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Muito antes de o carvalho moldar o universo dos grandes vinhos, a argila já guardava os segredos da fermentação. Em ânforas de barro (recipientes utilizados desde a antiguidade), os vinhos encontravam um abrigo neutro e poroso, capaz de preservar a pureza da fruta e a identidade do terroir sem interferir com aromas de baunilha ou tosta. Atualmente, essa técnica milenar se destaca como um ponto da identidade de enólogos que buscam a expressão mais autêntica e natural de suas uvas.
A vinificação em ânfora, geralmente associada a práticas de mínima intervenção, permite uma micro-oxigenação lenta que confere estrutura e textura aos vinhos. Nos brancos, o contato prolongado com as cascas dá origem aos chamados "vinhos laranja", de cor âmbar e taninos delicados. Já nos tintos, amplifica a concentração e a elegância, mantendo o frescor e a pureza frutal.
Nesta seleção, apresentamos alguns dos mais fascinantes exemplares dessa alquimia: o espumante Les Danses e o rosé Les Prunes, de Celler del Roure; os frescos Fresh From Amphora, da Herdade do Rocim; o complexo Gloria Swan, de Ver Sacrum; e o elegante Aldeia de Cima Reserva Tinto, que combina ânfora com carvalho. Vinhos que contam uma história milenar, mas que nunca foi tão contemporânea quanto agora. Descubra abaixo a pureza e a autenticidade dos vinhos de ânfora.